O transplante de rins é uma nova saída às pessoas que possuem os rins acometidos por algum motivo, salienta o Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes, médico urologista, autor do livro Urologia Minimamente Invasiva. É uma salvação para pacientes que apresentam insuficiência renal em estágio avançado, a doença renal crônica avançada.

Os rins possuem a importante função de filtrar o sangue e de eliminar substâncias nocivas do corpo humano através da urina, além de regular o nível de outros elementos. Fica evidente a importância deste órgão para o bom funcionamento do corpo humano e do metabolismo, tendo em visto suas funções osmorreguladoras e de filtragem, ressalta o Dr.

Na cirurgia de transplante de renal, o receptor adentrado a um quadro de insuficiência renal grave, recebe o rim de uma pessoa viva ou falecida. No Brasil, a média de transplantes permeia o número de 6.000 casos por ano, salienta o Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes. Inúmeras pessoas estão inscritas na lista de espera de um transplante renal, estima-se que mais de 30.000 brasileiros estão inscritos em programas de transplantes, o que configura-se uma demanda muito grande no país.

O programa de transplante renal é um sistema muito autêntico, possuindo diversos critérios que visam a confiabilidade e o entrave de crimes como de tráfico e venda de órgãos, dessa forma, um doador que não seja da família necessita de autorização judicial.

O Brasil opera cirurgias deste tipo desde a década de 70, sendo uma intervenção cada vez mais assertiva, tendo em vista todos os avanços tecnológicos e medicinais, atesta o Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes, mestre e doutor em urologia pela Universidade de São Paulo.

O receptor passa a possuir, portanto, três rins, porém com apenas um (o órgão transplantado) em plena funcionalidade, há a união de vasos sanguíneos entre o novo rim e o corpo do receptor, além da inclusão de um ureter para levar a urina do rim para a bexiga, para que assim, o paciente possua uma melhora na qualidade de vida. O paciente transplantado após a cirurgia faz uso de medicamentos chamados imunossupressores a fim de diminuir as chances de rejeição do corpo para com o novo órgão, pois o corpo pode rejeitar tomando este novo elemento como um corpo estranho.

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