Os mais velhos guardam boas recordações das câmeras polaroides. Apenas um minuto depois de tirar a foto, era possível imprimi-la. Os retratos instantâneos tornaram-se um fenômeno pop, a ponto de a marca americana ser uma das mais valiosas do mundo na década de 70. Com o advento das fotografias digitais, a Polaroid perdeu espaço até deixar de fabricar suas inconfundíveis câmeras a partir de 2008. Desde então, a empresa sobrevive com lançamentos esporádicos de produtos inspirados no estilo que a consagrou. A novidade é uma impressora de bolso, vendida por 100 dólares, que é conectada com smartphones via bluetooth. Ela imprime fotos que são à prova d’água e com o verso aderente, que permite que sejam colocadas onde a pessoa quiser. A ideia da Polaroid é aproveitar a popularidade de aplicativos como o Instagram e se aproximar das novas gerações.

Publicado em VEJA de 16 de setembro de 2020, edição nº 2704