Como comenta o fundador e empresário Aldo Vendramin, o conceito de ESG no agronegócio tem ganhado destaque nos últimos anos, refletindo a necessidade de adotar práticas sustentáveis que conciliem produtividade, responsabilidade social e governança eficiente. Cada vez mais, os mercados consumidores e investidores exigem que as empresas do setor adotem critérios ambientais, sociais e de governança em suas operações. Essa transformação não é apenas uma tendência, mas uma exigência para garantir competitividade no cenário global. Implementar estratégias alinhadas ao ESG é um caminho para reduzir riscos, agregar valor e consolidar a imagem do agronegócio brasileiro como referência em sustentabilidade.
Descubra como aplicar princípios ESG pode transformar o agronegócio, fortalecer a competitividade e abrir portas para novos mercados de forma sustentável.
Por que o ESG no agronegócio é um fator essencial para a competitividade?
O ESG no agronegócio é um diferencial estratégico que impacta diretamente a competitividade das empresas do setor. Em um mercado cada vez mais exigente, práticas que atendem aos critérios ambientais, sociais e de governança se tornaram pré-requisito para acessar novos clientes e mercados internacionais. Países importadores têm criado barreiras comerciais para produtos que não comprovam origem sustentável, o que reforça a importância de alinhar processos às diretrizes do ESG.

Além disso, empresas que investem em ESG tendem a atrair investidores e obter melhores condições de crédito. Instituições financeiras priorizam negócios com menor risco socioambiental, oferecendo taxas mais competitivas para produtores que adotam certificações e práticas sustentáveis. Conforme Aldo Vendramin, essa vantagem financeira fortalece a capacidade de investimento em tecnologia e inovação, promovendo ciclos virtuosos de crescimento e garantindo maior resiliência diante das exigências do mercado global.
Quais práticas ambientais impulsionam a sustentabilidade no agronegócio?
Entre as principais práticas ambientais do ESG no setor, destaca-se a adoção de sistemas de produção de baixo carbono. Técnicas como integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) reduzem emissões de gases de efeito estufa e aumentam a eficiência do uso do solo. Essas estratégias atendem às exigências internacionais e melhoram a rentabilidade das áreas produtivas, garantindo um diferencial competitivo para produtores conscientes.
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Outro exemplo é o uso racional da água, com tecnologias de irrigação de precisão que reduzem desperdícios e preservam recursos hídricos. Somado a isso, a utilização de biofertilizantes e defensivos biológicos contribui para a conservação do solo e da biodiversidade. Segundo o fundador Aldo Vendramin, essas práticas não apenas protegem o meio ambiente, mas também reduzem custos de produção a médio e longo prazo, reforçando o compromisso com a sustentabilidade.
Como as dimensões social e de governança fortalecem os resultados?
Na dimensão social, o ESG incentiva práticas que valorizam os colaboradores e as comunidades locais. Programas de capacitação, melhoria das condições de trabalho e promoção da inclusão social reforçam a reputação da empresa e geram impactos positivos no desenvolvimento regional, estimulando um ciclo de prosperidade coletiva. Essa atuação fortalece laços e aumenta o engajamento das partes interessadas.
A governança, por sua vez, está ligada à transparência e à gestão ética. A adoção de políticas claras, auditorias regulares e sistemas de compliance garante integridade nos processos e evita riscos legais e reputacionais, reforçando a credibilidade institucional. Empresas que investem em governança sólida transmitem confiança para investidores, parceiros e consumidores, assegurando sua permanência no mercado.
Por fim, como destaca o empresário Aldo Vendramin, a integração das dimensões do ESG às estratégias de negócio é outro aspecto relevante. Quando essas práticas deixam de ser pontuais e passam a fazer parte do planejamento estratégico, elas geram resultados consistentes e mensuráveis, fortalecendo a competitividade no longo prazo. Essa abordagem orientada para a sustentabilidade transforma desafios em oportunidades e posiciona o agronegócio brasileiro como líder global.
Autor: Yuliya Ivanov